quarta-feira, 7 de abril de 2010

Gente como a gente se mobiliza!

Por Manuela Carvalho.

Gente como a gente está muito triste com a tragédia do Rio de Janeiro. Mais de 100 pessoas morreram por causa da intensa chuva

Resolvemos indicar o Blog do G1, se voce quiser acompanhar.


Se você quiser doar algo - ai vai uma dica:

Plantão por doações funciona 24 horas

A Secretaria municipal de Assistência Social fechou uma parceria com a Cruz Vermelha para receber doações para os desabrigados da chuva no município do Rio. Segundo a secretaria, o plantão está funcionando durante 24 horas e as doações devem ser entregues na Praça da Cruz Vermelha 10, no Centro do Rio.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Espirito da páscoa



Por Manuela Carvalho

Essa história só pode ser contada por mim, eu que a vivi!!! A alegria de viver a páscoa com a familia, amigos e namorado não tem preço. Sem eles o meu "coelhinho da páscoa" não é o mesmo.
Quando eu era criança, páscoa era sinônimo de CHOCOLATE e só!!! Eu pensava que ia passar o dia procurando o famoso coelhinho e ia comer chocolate até explodir.
Hoje em dia, já vejo diferente, prefiro NÃO comer chocolate até explodir ( obvio, senão eu viro uma baleia) e prefiro NÃO procurar coelhinho (por razões lógicas)

Nessa Páscoa:
Fui viajar para ilhabela com meu namorado e amigos, e voltei no Domingo de manhã (para que não eu não pegasse tanto congestionamento)e ainda conseguisse ver minha familia na Pascóa.
Acordei as 11 da manhã e fiquei parada no trânsito durante 8 horas. Chegando em São Paulo, eu entrei no meu quarto havia vários ovos de chocolate. E a alegria que vinha quando eu era pequena, não apareceu. Tentei passar o resto do dia com meus pais, mas eles já estavam deitados, quase dormindo. Conversei um pouco e só.

É, posso dizer que senti falta da minha familia na páscoa.. O verdadeiro motivo da páscoa


domingo, 4 de abril de 2010

Viva Chico!

Por Caroline Albanesi

Chico Xavier, de "gente" para a gente.

De repente me encontrei num domingo pós feriado tendo que escrever algo para dinamizar o meu blog. Pensei em deixar pra lá, mas a consciência me impediu de dormir tranquilamente. Preciso admitir que tentei, já estava com a cabeça no travesseiro quando meu irmão entrou no meu quarto comentando sobre o filme de Chico Xavier que acabara de assistir e que fora produzido em função de seu centenário. No momento pensei..."é isso"! Preciso comentar de Chico no blog. Afinal, como falar de "gente" sem citar este personagem de controvérsias e feitos, de grandeza e humildade?
Quando penso em Chico lembro de minha avó se preparando para o encontrar em Uberaba. Eram muito amigos. Foi ele quem a incentivou a criar sua primeira creche, que deu tão certo, que em pouco tempo surgiram mais dez.
Chico era bom, homem diferente, de voz mansa e trabalho incessante. Vivia para servir. Nunca teve sequer uma namorada. Também não era homossexual, mas diferente. Gente decente, dessas que não se encontra sempre. Amigo fiel, orador e persistente. Não desistia perante as lutas, sabia que depois da curva viria uma estrada longa e direita, bastava acreditar que era apenas uma curva e enxergar a vida como um presente.
A mídia o perseguiu, achou que ele inventava para entrar na galeria dos heróis. E foi o contrário, virou herói por não se divulgar, por trabalhar de forma silenciosa, mostrando resultados realmente atordoantes, inacreditáveis.
Há que crê, outros que não, mas eu continuo admirando esta figura brasileira, este homem iluminado, essa "gente" que serviu gente toda sua existência.
Falando em filme, boas críticas. Para saber se um filme biográfico é bom, basta perguntar à algum conhecido do protagonista. Parece que Nelson Chavier de Chico tem um pouco.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ana, Carol, Ana Carolina

Por Gabriela Montesano

Ela é gente como a gente.

Aos 20 anos, Ana está grávida do segundo filho. Às vezes ela é Ana, às vezes Carol, às vezes Ana Carolina. É de baixa estatura (tem por volta de 1,52), cabelo alisado na altura dos ombros, olhos castanhos e pele morena. Vive com as unhas bem feitas, tanto das mãos quanto dos pés, e está sempre bem arrumada. Ana tem uma história que pra mim não tem nada de comum, mas pra você pode ter.
Quando tinha 16 anos, engravidou propositalmente de Wellington. Os dois decidiram que a melhor opção seria ter um bebê, para que deixassem suas casas e fossem viver juntos. Assim foi. Com a barrriguinha aparecendo, ela se casou aos 17 anos e foi morar na estrada de Itapecerica. Nove meses depois, Mariana nasceu. Bem pequena, rostinho lisinho, nada de cara de joelho. Ela era quietinha, mal chorava, e Ana podia cuidar da casa tranquilamente enquanto ela ficava no berço ou no carrinho.
Wellington perdeu o emprego, Ana também. As brigas aumentaram e a separação veio. Não no papel, mas veio. Wellington foi embora e Ana ficou lá com Mariana. Se envolveu com outro e se meteu em milhares de problemas. O novo namorado era traficante e gostava de planejar, juntamente com Ana, os roubos. Juntos, eles roubavam carros, televisões, rádios, computadores. Um dia ele trouxe uma TV de presente pra Ana e aí ela percebeu que não queria mais viver com ele, que essa vida era perigosa demais para ela e para a pequena. Mandou-o embora e pouco tempo depois lá estava Wellington de novo.
Eles fizeram juras de amor pra todos os lados e reataram os laços amorosos rapidamente. Mas quem disse que tudo mudou? Essa foi a vez de Wellington arranjar outra mulher e decidir ir embora. Foram pratos voadores pra lá e pra cá, palavrões de monte, socos e tapas. Todo mundo acreditou que tudo havia acabado ali, mas alguns meses depois lá estavam eles de novo se acertando, se amando, que querendo.
Hoje, Wellington tem um novo emprego, Mariana tem 3 anos e Ana está esperando o segundo filho do marido, com uma barriga saliente de 3 meses. Os dois fazem planos, pensam em nomes de menino e menina, às vezes discordam, às vezes concordam, às vezes cedem e parecem ter finalmente encontrado o amor em meio a tudo.

Eles também são gente como a gente

Por Manuela Carvalho

Estava procurando algo interessante para postar no blog e achei!!!

Este site " Ruas Digitais" contam as histórias de moradores de rua!!
Como eles são gente como a gente resolvi mostrar um pouco deles pra vocês!!!

"O grande objetivo do projeto Ruas Digitais é ter o site como uma mídia para moradores em situação de rua, dando voz a estas pessoas, com informações de pessoas desaparecidas, histórias de vida e denúncia.

O projeto ainda pretende expandir em sua área de inclusão digital, mostrando para a sociedade outro lado da população de rua, visando ser um núcleo de comunicação focado nesse público.

Esse é o grande desafio, unir esforços de projetos sociais e ampliar para o Brasil um pouco mais sobre a inclusão digital e social."


QUER SABER MAIS? Entre no site http://ruasdigitais.com.br/

Achei muito legal esse inclusão digital dessas pessoas que não tem poder aquisitivo.